Essa semana foi difícil, me deparei com tantas inversões de valores... Mas passou! Assim como o post (mais um) indignado que eu ia escrever aqui... Que bom! Pois pretendo escrever/registrar mais coisas boas, textos soltos ou cheios de sentimentos, mas, ir deixando de tornar "físico" os desabafos e estopins.
Que assim seja. :o)
Um deleite:
(adoooro essa musica)
Quarta-feira, Fevereiro 29, 2012
Sábado, Fevereiro 25, 2012
Paredes que sopram lembranças
Ela era uma mãe como eu nunca conheci igual. Cuidava da casa e fazia comida como ninguém. A casa era enorme, tinha piscina, churrasqueira, edícula... Na parte principal, o piso todo de baixo era a garagem, depois vinham as salas, com seus espaços-comuns; na parte de cima, somente de quartos e mais uma salinha íntima; além de tudo isso havia um sótão. Todos os cômodos da casa, internos ou externos, eram perfeitamente limpos. Nunca vi pó em nenhum lugar, nem sob os móveis, nem embaixo da geladeira (não que eu estivesse procurando, rs, mas não havia mesmo!)... Tudo brilhava! Ela tinha dois cachorros e um gato, cuidava deles com a mesma perfeição. Dava banho, colocava laço de fita, passava perfume e escovava-os. Nenhum pelo era encontrado em lugar nenhum, assim como os potes de comida deles que eram sempre higienizados e limpos.
As comidas que tive o prazer de saborear por lá, foram as que eu levei como referência de sabor em minha vida. Tudo ela sabia cozinhar e mesmo que não soubesse, aprendia fácil. Dava seu toque especial de carinho e amor que eram sentidos desde o cheirinho que ia, aos poucos, invadindo a casa. Além de fazer a melhor comida que já provei, ela ainda deixava tudo decorado e bonito. O arroz nunca fora servido na panela, era levado numa baixela até a mesa de jantar, assim como os outros pratos e saladas, distribuídos de forma harmoniosa e ajeitados com todo o cuidado sob a mesa.
As coisas que ela fazia demonstravam o amor que sentia pela sua família. Tudo bem explícito! Embora a sua forma de agir fosse considerada, por alguns, como ignorante e rude. Eu via apenas autenticidade, ela falava e agia conforme sentia e pensava.
O que ela mais amou na vida foi vivido e construído ali. Quais outras paredes poderiam soprar lembranças de momentos tão amáveis e felizes? Em todos os ambientes que ela andava, naquela casa, haviam lembranças, sentimentos, momentos que eram revividos na memória e no coração. Depois da perda de seu marido, era de se esperar que ela se agarrasse tão desesperadamente àquelas lembranças, àquelas paredes - onde o concreto e o abstrato se unem.
Acredito que a ideia de perder seu marido, era como a de perder sua família. Não por ele ser ícone de tudo, mas, por ele ser também uma das âncoras, uma das pontas que sustentam toda a estrutura familiar. Entendi isso quando perdi minha mãe. Ela não era (nem perto) uma mãe como essa, mas, sua partida deixou um vazio na família que não havia como preencher... Uma desestrutura que não temos como explicar.
Nos tempos de hoje, ou as pessoas não querem entender umas as outras, ou se habituaram aos julgamento de tal forma que tudo é condenável. Não deu outra... Não bastando o sofrimento pela perda do marido, perdeu também os filhos, que não entendiam o apego "aos bens materiais". No "espiritismo" deles, não podiam sentir o que ela sentia e nem observar ou entender o que era importante naquele ambiente. Viam a casa pela sua grandiosidade concreta e o apego as lembranças, como um apego a matéria. Assim, aos poucos, toda a família ia se acabando e as lembrança, se apagando, uma a uma, no fundo de uma depressão comum.
As comidas que tive o prazer de saborear por lá, foram as que eu levei como referência de sabor em minha vida. Tudo ela sabia cozinhar e mesmo que não soubesse, aprendia fácil. Dava seu toque especial de carinho e amor que eram sentidos desde o cheirinho que ia, aos poucos, invadindo a casa. Além de fazer a melhor comida que já provei, ela ainda deixava tudo decorado e bonito. O arroz nunca fora servido na panela, era levado numa baixela até a mesa de jantar, assim como os outros pratos e saladas, distribuídos de forma harmoniosa e ajeitados com todo o cuidado sob a mesa.
As coisas que ela fazia demonstravam o amor que sentia pela sua família. Tudo bem explícito! Embora a sua forma de agir fosse considerada, por alguns, como ignorante e rude. Eu via apenas autenticidade, ela falava e agia conforme sentia e pensava.
O que ela mais amou na vida foi vivido e construído ali. Quais outras paredes poderiam soprar lembranças de momentos tão amáveis e felizes? Em todos os ambientes que ela andava, naquela casa, haviam lembranças, sentimentos, momentos que eram revividos na memória e no coração. Depois da perda de seu marido, era de se esperar que ela se agarrasse tão desesperadamente àquelas lembranças, àquelas paredes - onde o concreto e o abstrato se unem.
Acredito que a ideia de perder seu marido, era como a de perder sua família. Não por ele ser ícone de tudo, mas, por ele ser também uma das âncoras, uma das pontas que sustentam toda a estrutura familiar. Entendi isso quando perdi minha mãe. Ela não era (nem perto) uma mãe como essa, mas, sua partida deixou um vazio na família que não havia como preencher... Uma desestrutura que não temos como explicar.
Nos tempos de hoje, ou as pessoas não querem entender umas as outras, ou se habituaram aos julgamento de tal forma que tudo é condenável. Não deu outra... Não bastando o sofrimento pela perda do marido, perdeu também os filhos, que não entendiam o apego "aos bens materiais". No "espiritismo" deles, não podiam sentir o que ela sentia e nem observar ou entender o que era importante naquele ambiente. Viam a casa pela sua grandiosidade concreta e o apego as lembranças, como um apego a matéria. Assim, aos poucos, toda a família ia se acabando e as lembrança, se apagando, uma a uma, no fundo de uma depressão comum.
Quarta-feira, Fevereiro 22, 2012
Carnaval
Nunca gostei muito de Carnaval, a não ser quando era criança - quando Carnaval era só mais um feriado com nome esquisito e uma ideia de viagem e folga da escola.
Nesse Carnaval, graças a Deus, não precisei ligar a televisão por nenhum segundo, passei ilesa à época, aos sons, imagens, votações, comentários, etc. Aproveitei para fazer algo realmente útil...Fiquei com meus sobrinhos :o)
Esse mundo me deu a oportunidade de ter tudo o que eu quis, da melhor forma possível, em tempos não tão apropriados ou talvez, em tempos que eu ainda tinha tempo de escolher. E eu escolhi por abrir mão disso tudo e ter algo a mais, ou a menos, dependendo das interpretações. Mas isso é outro assunto...
Enfim, passaram os dias de folga, tivemos que nos despedir, mas o reencontro deixou um gostinho bom e a certeza de uma repetição. Espero que em breve.
Nesse Carnaval, graças a Deus, não precisei ligar a televisão por nenhum segundo, passei ilesa à época, aos sons, imagens, votações, comentários, etc. Aproveitei para fazer algo realmente útil...Fiquei com meus sobrinhos :o)
Foram dias muito especiais, pude ficar todo o tempo com eles, saber de seus sonhos, gostos, ouvir seus risos e rir com eles também. Várias semelhanças, algumas diferenças e muito orgulho, pois eles se tornaram crianças maravilhosas! Estive longe muito tempo, distante de tudo e de todos. Distante de mim também. Por várias vezes me pego julgando se as minhas escolhas são realmente as certas. Acho que todos fazemos isso (mais cedo ou mais tarde), mas, quando optamos por fazer coisas que ninguém faz, isso é mais constante e dá mais medo. Se eu errar, vou errar feio!
Esse mundo me deu a oportunidade de ter tudo o que eu quis, da melhor forma possível, em tempos não tão apropriados ou talvez, em tempos que eu ainda tinha tempo de escolher. E eu escolhi por abrir mão disso tudo e ter algo a mais, ou a menos, dependendo das interpretações. Mas isso é outro assunto...
Enfim, passaram os dias de folga, tivemos que nos despedir, mas o reencontro deixou um gostinho bom e a certeza de uma repetição. Espero que em breve.
Terça-feira, Janeiro 31, 2012
Desabafo
Sabe de uma coisa? Eu cansei!
Cansei de tanta hipocrisia, falsidade, "cutucadas"... Cansei de pensarem que eu digo coisas nas "entre linhas", que faço coisas para provocar os outros, que sou falsa também. Cansei de acreditar nas pessoas e me decepcionar, de falar as coisas buscando mudanças e de nada acontecer. Cansei de ser sincera, de me expor, de ser alguém para outro alguém.
Cansei de falar, de acreditar, de sonhar e agora já estou deixando até de fazer.
O duro é saber que eu já estou cansada é de viver! Não pela vida ou por tudo o que há nela, mas porque o futuro não se apresenta melhor. Parece que tudo só caminha para as pessoas se denegrirem ao máximo, para acabar umas com as outras na esperança de se sairem melhores porque seu semelhante está no lixo.
O futuro que as pessoas me mostram é podre e eu não quero estar nele.
Só não cansei - ainda - de achar que eu posso construir um futuro meu.
Já é a terceira vez que saio a noite e vejo pessoas armando o maior "barraco" umas com as outras por nada! Se agridem verbalmente, acabam com o resto de suas noites, remoem raiva e ódio e levam tudo isso para casa; impregnando seus familiares e seus 'abrigos', deixando tudo sombrio ao redor de seus corpos. Além de ser uma cena horrível de assistir, isso acaba com a esperança na humanidade. Quero um dia ser promovida a cachorro. Quem sabe na próxima vida, né?
Cansei de tanta hipocrisia, falsidade, "cutucadas"... Cansei de pensarem que eu digo coisas nas "entre linhas", que faço coisas para provocar os outros, que sou falsa também. Cansei de acreditar nas pessoas e me decepcionar, de falar as coisas buscando mudanças e de nada acontecer. Cansei de ser sincera, de me expor, de ser alguém para outro alguém.
Cansei de falar, de acreditar, de sonhar e agora já estou deixando até de fazer.
O duro é saber que eu já estou cansada é de viver! Não pela vida ou por tudo o que há nela, mas porque o futuro não se apresenta melhor. Parece que tudo só caminha para as pessoas se denegrirem ao máximo, para acabar umas com as outras na esperança de se sairem melhores porque seu semelhante está no lixo.
O futuro que as pessoas me mostram é podre e eu não quero estar nele.
Só não cansei - ainda - de achar que eu posso construir um futuro meu.
Já é a terceira vez que saio a noite e vejo pessoas armando o maior "barraco" umas com as outras por nada! Se agridem verbalmente, acabam com o resto de suas noites, remoem raiva e ódio e levam tudo isso para casa; impregnando seus familiares e seus 'abrigos', deixando tudo sombrio ao redor de seus corpos. Além de ser uma cena horrível de assistir, isso acaba com a esperança na humanidade. Quero um dia ser promovida a cachorro. Quem sabe na próxima vida, né?
Quinta-feira, Junho 09, 2011
Levanta, sacode a poeira e sai espirrando...
A maior bagunça no trabalho, um montão de gente saindo, se demitindo, mudando de cidade, de vida, de tudo (só falta mudar de sexo, rs). Um frio desgraçado que parece congelar o meio do joelho e a porra da luz que mais falta do que tem. Gripe, tem para escolher ou escorrer (rs) e quando tem banho quente a gente até canta.
Eita mês terrível.
Eita mês terrível.
Quarta-feira, Abril 27, 2011
Idas e Vindas
Fui para a casa do meu pai. Dessa vez foi diferente, difícil. Era um feriado prolongado, muita gente, muito trânsito, praias lotadas, filas e falta de espaço em quase todos os lugares. As praias estavam sujas e havia uma grande mistura de barulho onde quer que fôssemos. Fazia tempo que eu não ia para lá em feriados. Muito tempo.
Durante a minha estada pairou uma expectativa, uma esperança, de algumas pessoas aparecerem de repente. Queria um pretexto, uma desculpa, para rever pessoas que passaram pela minha vida e deixaram marcas significantes. Um amigo, uma amiga, um amor, um passado, um presente...
Fui para lá, mas não estava lá. Talvez em alguns momentos.
Amo o meu pai, ele nutre em mim uma alegria e gratidão internas. Um sorriso de dentro do peito. Estar junto dele, mesmo quando não rimos, cantamos ou contamos piadas, me faz feliz. Eu estive lá, fiquei nutrida, mas não voltei como das outras vezes. Tenho nódulos no meu passado e preciso tirá-los. Não posso ter medo de rever amigos só porque eles passaram por caminhos obscuros, isso é insegurança. Não posso achar que tomei uma decisão errada porque pensei no futuro e não no presente, isso além de insegurança é imaturidade. Não posso ficar presa a isso e não seguir em frente, porque se trata de burrice, atraso de vida e tempo perdido.
Durante a minha estada pairou uma expectativa, uma esperança, de algumas pessoas aparecerem de repente. Queria um pretexto, uma desculpa, para rever pessoas que passaram pela minha vida e deixaram marcas significantes. Um amigo, uma amiga, um amor, um passado, um presente...
Fui para lá, mas não estava lá. Talvez em alguns momentos.
Amo o meu pai, ele nutre em mim uma alegria e gratidão internas. Um sorriso de dentro do peito. Estar junto dele, mesmo quando não rimos, cantamos ou contamos piadas, me faz feliz. Eu estive lá, fiquei nutrida, mas não voltei como das outras vezes. Tenho nódulos no meu passado e preciso tirá-los. Não posso ter medo de rever amigos só porque eles passaram por caminhos obscuros, isso é insegurança. Não posso achar que tomei uma decisão errada porque pensei no futuro e não no presente, isso além de insegurança é imaturidade. Não posso ficar presa a isso e não seguir em frente, porque se trata de burrice, atraso de vida e tempo perdido.
Quarta-feira, Abril 20, 2011
Sexta-feira, Abril 15, 2011
Quarta-feira, Abril 13, 2011
Terça-feira, Abril 12, 2011
Anos 80
Uma amiga está fazendo 30 anos no próximo mês. Fará uma festa com o tema "ANOS 80". Os convidados deverão se vestir de acordo, dançar as coreografias da Xuxa, Mara Maravilha, Fofão, Balão Mágico, etc... Só para bagunçar!
Comerão dadinho, gelatina no copinho de café, bola de futebol e guarda-chuvas de chocolate, bolo gelado (aquele embrulhadinho em papel alumínio), entre muitas outras coisas.
Ajudei ela a escolher músicas que dançávamos na época, músicas boas não essas coisas de Xuxa. A internet ajuda muito nessa hora, quanta coisa eu achei!!! Nem tudo era assim tão bom, mas trazem a tona lembranças esquecidas na memória... Ah, que saudade!
Eu já fui muito feliz.
Eu já fui muito feliz.
Terça-feira, Março 29, 2011
Selvagem
Hoje eu fui, pela primeira vez em 30 anos, no Zoológico de São Paulo. Sempre que haviam excursões com a escola a minha mãe não me deixava participar; quando marcávamos de ir com a família, na última hora, optava-se por entrar no Simba Safari. Acho fui umas vinte vezes no Simba Safari, mas era, até hoje, virgem de Zoológico, rs.
Assim que chegamos, já foi possível ver um monte de crianças devidamente uniformizadas, com seus monitores, guias e olhos brilhantes diante de tantas espécies de animais desconhecidos (ou conhecidos pela televisão somente). Alguns gritos são logo compreendidos: "o leão!", "quero ver o tigre", "nossa, tem zebra"... Enquanto eu me sentia um pouco criança, fui entrando nessa ilusão e agitação e euforia e alegria. Tantos animais!
Fiquei sem fala quando vi as girafas. Amo girafas! Elas pareciam muito longe ainda, queria estar junto delas, tocá-las, acariciá-las, demonstrar toda a reverência que sinto ao vê-las. E o elefante então? Até suspirei. Alguns animais me fazem sentir o quanto sou ignorante, fico quieta diante deles, tentando demonstrar respeito, perante a sabedoria e compaixão que eles têm pelos homens. A harpia me fez sentir-se assim, pequenininha, diante de seus olhos aguçados e suas garras certeiras.
Tudo indo muito bem, mas tudo tem um final. Na última rua a ser visitada estavam os macacos. De um lado um enorme lago, com ilhotas para cada casal de macaco aranha; do outro lado, para os macacos maiores, apenas jaulas com enormes vidros e cercas no teto. Foi uma visão muito triste. Ao me aproximar de um dos vidros, um "ancião" chegou bem perto e parou olhando fixamente para todos nós enquanto mascava algo. Ele se parecia demais com um humano. Os pêlos já haviam caído quase que totalmente, deixando a pele a mostra, com suas rugas e sujeira; os músculos, cor, textura da pele... Impressionante! Ele ficou ali por longos minutos e eu entendi sua aparente "calma". Ele parecia dizer de sua saudade, de sua família, de sua origem. Ele olhava os lagos, os macacos felizes, as árvores, mas, só podia ter vidros, cercas elétricas, humanos bobos rindo e tirando fotos. Fiquei triste.

O que há de mais bonito na vida selvagem é a liberdade. No Zoológico só vimos "bonecos" de animais. Alguns passeios só são bons se realizados na idade certa.
Assim que chegamos, já foi possível ver um monte de crianças devidamente uniformizadas, com seus monitores, guias e olhos brilhantes diante de tantas espécies de animais desconhecidos (ou conhecidos pela televisão somente). Alguns gritos são logo compreendidos: "o leão!", "quero ver o tigre", "nossa, tem zebra"... Enquanto eu me sentia um pouco criança, fui entrando nessa ilusão e agitação e euforia e alegria. Tantos animais!
Tudo indo muito bem, mas tudo tem um final. Na última rua a ser visitada estavam os macacos. De um lado um enorme lago, com ilhotas para cada casal de macaco aranha; do outro lado, para os macacos maiores, apenas jaulas com enormes vidros e cercas no teto. Foi uma visão muito triste. Ao me aproximar de um dos vidros, um "ancião" chegou bem perto e parou olhando fixamente para todos nós enquanto mascava algo. Ele se parecia demais com um humano. Os pêlos já haviam caído quase que totalmente, deixando a pele a mostra, com suas rugas e sujeira; os músculos, cor, textura da pele... Impressionante! Ele ficou ali por longos minutos e eu entendi sua aparente "calma". Ele parecia dizer de sua saudade, de sua família, de sua origem. Ele olhava os lagos, os macacos felizes, as árvores, mas, só podia ter vidros, cercas elétricas, humanos bobos rindo e tirando fotos. Fiquei triste.
O que há de mais bonito na vida selvagem é a liberdade. No Zoológico só vimos "bonecos" de animais. Alguns passeios só são bons se realizados na idade certa.
Quarta-feira, Março 23, 2011
Neuroses
Terremotos e tsunamis no Japão.
Boatos e medos sobre energia nuclear e radioatividade.
Possível desaparecimento do Japão.
Verticalização do eixo da Terra.
Previsões e Profecias.
Física, Química e um pouco de Matemática...
Acho que ainda não dá pra postar nada.
Boatos e medos sobre energia nuclear e radioatividade.
Possível desaparecimento do Japão.
Verticalização do eixo da Terra.
Previsões e Profecias.
Física, Química e um pouco de Matemática...
Acho que ainda não dá pra postar nada.
Quinta-feira, Março 03, 2011
Domingo, Fevereiro 27, 2011
Quinta-feira, Fevereiro 24, 2011
Invertendo as amizades
A mãe de uma amiga minha está trabalhando aqui. Já é o segundo caso assim. O ruim é que acabo mais amiga da mãe que dá amiga, rs.
Quinta-feira, Janeiro 27, 2011
Quinta-feira, Dezembro 30, 2010
Domingo, Dezembro 26, 2010
Sexta-feira, Dezembro 17, 2010
Terça-feira, Dezembro 14, 2010
Saldão de férias
Semana de fazer as malas e mandar a galerinha para casa.
Depois faço as minhas e vou para (minha) galera.
Refaço-me e volto.
E daí, desfaço as malas.
As minhas e as deles.
Depois faço as minhas e vou para (minha) galera.
Refaço-me e volto.
E daí, desfaço as malas.
As minhas e as deles.
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